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Roma - mais uma vez!


Postado em Europa - Itália, em 18/Outubro/ | 31 Visualizações


Conta a lenda que o Deus Marte e a Deusa Silvia um dia se encontraram e se apaixonaram perdidamente. Depois de nove meses nasceram dois gemeos, fortes e robustos com o pai. Mas o malvado Amulio aprisionou a Deusa Silvia e ordinou que os gemeos fossem colocados numa sexta para assim serem jogados nas aguas do Rio Tevere. Porém naquele dia, o Rio Tevere era cheio e quando as aguas baixaram a pequena cesta na qual se encontrava os gemeos encalhou numa moita proximo a colina Palatino.

Por sorte, uma loba que passava proximo ao Rio encontrou as duas crianças , acolhendo-os e depois os alimentou com o seu proprio leite. A Loba praticamente adotou os gemeos até que Faustolo, um pastor que vivia naquela regiao os encontrou. Ao ver com grande surpresa que a Loba alimentava os dois meninos, decidiu que era melhor porta-los consigo.

Assim, Faustolo adotou as duas crianças como filhos adotivos, lhe dando os nomes de Romulo e Remo. Quando as crianças cresceram, Faustolo lhe contou a verdadeira historia dizendo que nao era seu pai biologico e todas as malvadezas feitas por Amulio.

Conhecendo a verdadeira historia, Romulo e Remo mataram o malvado Amulio e liberam a sua mae, a Deusa Silvia. Decidiram também de fundarem uma cidade na Colina Palatino, lugar onde eles foram encontrados e amamentados pela Loba.

Entao, Romulo e Remo pediram conselho ao "Indovino" que era uma especie de sabio, um mago. Eles queriam saber qual o nome que dariam a nova cidade, e quem a governaria, enfim, quem seria o rei.

O "Indovino" respondeu que Romulo devia ir ate a Colina Palatino e Remo ate Aventino. Quando chegassem la em cima das colinas eles deveriam olhar o céu e estudarem os voos dos passaros para entenderem o que haviam decidido os reis.

Remo foi o primeiro a ver um grande numero de passaros e alguns voavam exatamente sobre a sua cabeça. Mas pouco depois, Romulo tambem viu um grande numero de passaros. Dessa forma, os dois irmaos começaram a brigarem:

- Eu vi os passaros primeiro - Dizia Remo.

- Mas eu vi muitos mais passaros do que voce, dizia Romulo. Assim serei eu o Rei da nova cidade e a chamarei de Roma.
Romulo entao pegou um bastao e desenhou um grande quadrado na terra e disse:
- Eis aqui o limite da minha cidade. Ninguem podera entrar sem a minha permissao.
Remo, sentindo muita raiva, nao o escutou e passou sobre a linha que foi desenhada pelo seu irmao. Romulo entao, pegou a espada e repetiu:
- Quem atravessar os limites da cidade sem a minha autorizaçao, morrera - matando assim o seu proprio irmao.
Romulo assim, se tornou o primeiro Rei de Roma e a governou com sabedoria, ajudado por cem senadores. E a cidade de Romulo se transformou na Cidade mais bela e poderosa de todo o mundo antigo, sendo a capital de um imenso imperio.
Texto adaptado do Livro Romolo e Remo e altre storie de Giovanni Nucci.

 

San Giovanni in Laterano é a Catedral de Roma. Também chamada de Latrão, é situada a sudeste do Centro Historico de Roma. Trata-se de uma igreja muito antiga (a basilica feita por Constantino é datada entre os anos de 313-318), mas foi reconstruída várias vezes ao longo dos séculos.A fachada foi feita por Alessandro Galilei, que em 1732-35 fez uma grande e monumental estrutura com as estátuas de Cristo, João Batista e os Evangelistas (S. Marcos, S. Lucas, S. João e S. Mateus). À esquerda da Porta Santa existe uma bela porta de bronze. O interior, no entanto, é criação de Borromini, que trabalhou aqui várias vezes durante o século XVII. Corredores longos (mais de 130 metros!), doze santuários com as colossais estátuas dos apóstolos.Não deixe de admirar um fragmento de um afresco de Giotto, no primeiro pilar da nave direita, onde o Papa Bonifácio VIII proclama o  Jubileu de 1300, além do mosaico da abside  feito por Jacopo Torriti (século XIII) e o  claustro, uma obra-prima do século XIII, com lápides funerárias e belissimos capitéis.

 

Santa Maria Maggiore (Santa Maria Maior) 

Também chamada de Basílica Liberiana, é a mais central das três grandes basílicas (muito perto da estação Termini) e provavelmente também a mais rica e bela.Mais do que a fachada, surpreende alguns detalhes do seu interior, que é a única entre as tres grandes basílicas romanas, que manteve uma grande parte do seu aspecto original. Por exemplo, os esplêndidos mosaicos da abside, obra de Jacopo Torriti (1295); e as duas capelas, a Sistina e a Paulina, localizadas, respectivamente, à direita e esquerda da nave central.
 A Capela Sistina foi construída no século XVI por Domenico Fontana, por vontade do Papa Sisto V e a Capela Paulina também chamada de Borghese, localizada em frente a Capela Sistina foi realizada alguns anos mais tarde.

 

Boca da Verdade
Entre a Isola Tibertina e a Piazza Venezia em Roma, encontramos a Igreja Santa Maria in Cosmedin, a Piazza della Bocca della Verità, onde encontramos uma enorme máscara que possui um diametro de quase dois metros na qual podemos provar a nossa honestidade, colocando a mão dentro da boca da máscara. 
A lenda diz que os sinceros podem colocar a mão dentro da máscara sem correr nenhum tipo de risco, mas os mentirosos e desonestos são punidos e não conseguem retirarem a mão intacta de dentro da boca da verdade.
Essa lenda que é da época medieval, nos conta que realmente alguns acusados tiveram que utilizarem a boca da verdade  na presença de alguns juizes para poderem comprovarem a sua inocência ou a sua culpa.
Alguns maliciosos da época diziam que realmente a máscara não possuia nenhum tipo de poder sobrenatural e que atras da parede forrada se escondia um soldato armado com uma espada afiada que claro, agiam de acordo com a vontade dos juizes.
A lenda nos conta a história de uma nobre dama que foi acusada adultério, e è claro que a levaram para ser julgada pela boca da verdade.
Enquanto a mulher se aproximava da máscara da Boca da Verdade, um jovem foi ao seu encontro e a beijou apaixonadamente. Enquanto as pessoas que estavam presentes reagiram desdenhosamente, o jovem rapaz se justificou dizendo simplesmente que foi invadido pela caridade cristã e que não resistindo havia feito um gesto de amor e compreensão a uma nobre dama que com certeza era inocente.
A dama então prosseguiu o seu caminho e colocou a mão na fissura e declarou solennemente que nenhum homem jamais a teria tocado, com exceção do seu marido e daquele  jovem que a teria beijado momentos antes.
A Boca da Verdade, não lhe arrancou a mão e assim a nobre dama foi declarada inocente. E assim, a esperteza da Dama superou os poderes da Boca da Verdade, sendo que o jovem caridoso, era em realidade, o seu amante....
Quem sabe, da próxima vez que vocês visitarem Roma, irão olhar a Bocca della Veritá com outros olhos. Alla prossima!

 

Fontana de Trevi

A Fontana de Trevi, um dos simbolos de Roma e certamente um dos lugares mais visitados pelos turistas de todo o mundo. Ela foi construida apoiada em uma fachada do Palazzo Poli entre os anos de 1732 e 1762 de acordo com o projeto de Nicola Salvi.


No seculo 19 A.C. o General Marco Agrippa, genro de Augusto, ao retornar a Roma depois da vitoriosa batalha de Anzio contra Antonio e Cleopatra, estava cansado e sedento quando moça de nom Trivia lhe mostra uma nascente de agua que jorra agua purisisma a 26 km da cidade.

Agrippa transportou entao a agua da nascente ate Roma, onde esta a fontana hoje e construiu a sua Terma, alimentada de agua virgem e pura. Ficando assim, explicado o nome Trevi, que è um derivado de Trivia.

Segundo uma tradiçao popular, quem lança uma moeda dentro da fonte, com certeza tornara mais uma vez na bela cidade de Roma.

Lançar uma moeda na fontana, te assegura de tornar a Roma, diz a lenda, que tem a sua tradiçao originada do uso de jogar um "obolo" (moeda grega que era usado para fazer uma oferta em dinheiro aos deuses)para agradecer a benevolencia dos deuses.

A tradiçao è incerta mas tambem a destinaçao de todas as moedas tambem o è, porque se è verdade que todas as moedas recolhidas na fontana devem ser destinada a "Caritas", nao temos certeza, pois de vez enquanto aparece no noticiario da TV que alguem mete a mao na fontana e recolhe as moedas... se voce no Brasil, com certeza as moedas desapareceriam num piscar de olhos.

Em uma celebre cena do filme "La Dolce Vita" de Frederico Fellini, Anita Ekberg toma banho na fonte. No Centro, existe uma imponente estatua de Netuno, Deus dos Oceanos.
http://www.youtube.com/watch?v=z4y8QW5ITLo

 

Panteão

O Panteão de Roma é uma construção monumental. Consistindo praticamente de um cilindro com uma cúpula no topo das suas colunas, o prédio tem a maior abóbada de alvenaria já construída do mundo. Imediatamente após entrar nesta enorme cúpula, provavelmente a primeira coisa que vai lhe chamar atenção é o buraco em seu centro, que permite que os raios de sol iluminem e salientem a beleza e a simplicidade do seu interior. E, inevitavelmente, principalmente se a sua visita for em um dia chuvoso, você vai ficar se perguntando: como é que não chove aqui dentro? Vamos responder por etapas para solucionar esse mistério.

Diz a lenda que quando o céu está nublado e a chuva cai, ela não passa por esse buraco. Ao nível do solo, porém, você não consegue imaginar a real proporção deste “pequeno buraco”. Ele fica, na verdade, a cerca de 43 metros de altura e tem um diâmetro aproximado de 9 metros. E pode até parecer estranho para a maioria de nós, mas esses detalhes são decisivos para que não chova aqui dentro.

Nos velhos tempos, durante as celebrações nesta igreja, haviam tantas velas no seu interior que combinadas elas produziam calor suficiente para evitar que a garoa que vem de cima chegasse até o solo. Mas certamente, se houvesse uma tempestade, choveria aqui dentro. Desvendado o mistério?!?

Nos dias de hoje, este fenômeno físico se repete toda vez que chove. Se você vier aqui durante uma chuva leve, com o lugar lotado como de costume, você pode parar em baixo do buraco e não sentir a chuva. Isso porque os corpos dos visitantes produzem calor suficiente, impedindo então que a chuva caia até o piso. E é só isso mesmo, uma reação térmica que deixa muita gente de boca aberta! Se você quiser confirmar essa teoria, deixe para visitar essa atração de Roma em um dia de chuva e ver com os seus próprios olhos (ou sentir na própria pele, neste caso). Mas vale lembrar que se a chuva for intensa e o movimento dentro do Panteão, reduzido, não vai funcionar.

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