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Roteiro de dois dias em LISBOA


Postado em Europa - Portugal, em 24/Julho/ | 28 Visualizações


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isboa é a segunda mais antiga capital da Europa (depois de Atenas), uma vez que o lar de maiores exploradores do mundo, como Vasco da Gama, Magalhães e Infante D. Henrique, tornando-se a primeira verdadeira cidade do mundo, a capital de um império se espalhando por todos os continentes, a partir do Sul América (Brasil) para a Ásia (Macau, China, Goa, Índia). O ex-plataforma de lançamento para muitos dos maiores viagens do mundo é agora, onde os viajantes modernos descobrir ... 

 

 

 

Elevador de Santa Justa

O Elevador de Santa Justa foi inaugurado a 10 de julho de 1902 e é o único elevador vertical em Lisboa que presta um serviço público. Trata-se de um trabalho do arquiteto Raoul Mesnier du Ponsard, com uma estrutura de ferro fundido, enriquecido com trabalhos em filigrana. Em 2002 foi classificado como Monumento Nacional.

Percurso: Rua do Ouro - Largo do Carmo


Horário de Verão (1 junho a 30 setembro) : 7:00 - 23:00 horas (todos os dias)
Horário de Inverno (outubro a maio): 7:00 - 22:00 horas (todos os dias)
Horário de Funcionamento do Miradouro de Santa Justa:
Todos os dias: 8:30 - 20:30 horas

Tarifário do Elevador de Santa Justa:

Bilhete Santa Justa - 5,00€ (adquirido a bordo, válido até 2 viagens, inclui acesso ao Miradouro);
Cartão Lisboa Viva, 7Colinas ou Viva Viagem, carregados com títulos válidos na CARRIS;
Bilhetes dos circuitos Yellow Bus;
Bilhetes Lisboa Card.

Acesso ao Miradouro de Santa Justa:

Bilhete Miradouro de Santa Justa - 1,50€ (acesso apenas ao Miradouro, não permite fazer viagens);

 

Ascensor da Glória

Inaugurado a 24 de outubro de 1885, faz a ligação entre a Praça dos Restauradores e o Bairro Alto (Miradouro de São Pedro de Alcântara), através da Calçada da Glória.

Utilizava, originalmente, cremalheira e cabo equilibrado por contrapeso de água como sistema de tração, passando, mais tarde, a ser movido a vapor. Em 1915, o segundo ascensor implantado na cidade das 7 colinas, foi eletrificado. 

Os carros utilizados eram de dois pisos, com bancos dispostos longitudinalmente. Atualmente, as duas cabines têm apenas um piso, mas mantém os seus bancos longitudinais.

Em 2002, foi classificado como Monumento Nacional.

Percurso: Praça Restauradores – S. Pedro de Alcântara
Horário de Funcionamento:
2ª a 5ª feira: 7:15 – 23:55 horas
6ª feira: 7:15 – 00:25 horas
sábado: 8:45 – 00:25 horas
domingo e feriado: 9:15 – 23:55 horas

 

 

belém

Pegue o elétrico de número 15 no Cais do Sodré, que segue em direção Algés (Jardim). Você saltará na estaçãoMosteiro dos Jerônimos (que deverá ser a 14ª, contando com o Cais de Sodré). O veículo lembrará mais um trem do que um bonde.

O Mosteiro dos Jerónimos é, sem dúvida, o síbolo mais impressionante e importante do poder e da riqueza de Portugal durante a época dos descobrimentos.

É um dos monumentos mais importantes da arquitectura de estilo manuelino em Lisboa, e foi considerado Património Mundial pela UNESCO em 1983.

Fundado em 1496 por D. Manuel I com o nome de Mosteiro de Santa Maria de Belém, serviu para perpetuar a memória do Infante D. Henrique, a sua grande devoção a Nossa Senhore e a S. Jerónimo, e para comemorar o sucesso da viagem de Vasco da Gama à Índia.

A cosntrução foi terminada em 1600 e o mosteiro foi doado aos monges da ordem de S. Jerónimo, razão pelo qual é hoje conhecido por Mosteiro dos Jerónimos.

Construído após a descoberta do caminho para a Índia por Vasco da Gama em 1498, foi um mosteiro da Ordem dos Jerônimos até 1833, quando então passou a ser um orfanato.

Dentro do mosteiro é possível apreciar os túmulos de Vasco da Gama e o de Luis Vaz de Camões, poeta português e autor do épico ‘Os Lusíadas’ no qual são glorificados os triunfos de Vasco da Gama durante a viagem à Índia. D. Manuel, D. Sebastião, e os poetas Fernando Pessoa e Alexandre Herculado são algumas das figuras históricas que estão também sepultadas no mosteiro.

Logo na entrada, vemos os túmulos de Vasco da Gama (à esquerda de quem entra) e de Luís de Camões (à direita)

Logo em frente, tem a Praça do Império, muito agradável, com fontes e belos canteiros. Ótimo para uma pausa.

Onde: Praça do Império, em Belém
Como chegar: Eléctrico 15
Horário: 10:00-17:00 (Outubro a Abril), 10:00-18:00 (Maio a Setembro) (Fechado às segundas-feiras)
Website: www.mosteirojeronimos.pt
Preço: 6 €, ou GRATIS com o Lisboa Tourist Card

 

A Torre de Belém foi encomendada pelo rei João II para ser parte de um sistema de defesa na foz do rio Tejo e uma porta de entrada para Lisboa.

Construída em 1515 como uma fortaleza para proteger a entrada do Porto de Lisboa, a Torre de Belém foi o ponto de partida para muitas das viagens de descoberta, e para muitos marinheiros foi a última visão da sua pátria.

Na época da sua construção, a torre era conhecida como a Torre de São Vicente, por ter sido posta pelo rei sobre protecção de São Vicente, padroeiro de Lisboa.

Foi construída em estilo manuelino, incorpora muitos motivos de alvenaria dos Descobrimentos, esculturas retratando figuras históricas, e de animais exóticos.

É Património Mundial da UNESCO devido ao papel significativo que desempenhou nas descobertas marítimas portuguesas.

Originalmente, a Torre de Belém estava cercada de água, mas com o passar dos séculos o rio Tejo recuou e hoje em dia é possível aceder à torre a partir da margem.

Onde: Avenida da India, Belém
Como chegar: Eléctrico 15
Horário: 10:00-17:00 (Outubro a Abril), 10:00-18:30 (Maio a Setembro) (Fechado às segundas-feiras)
Website: www.torrebelem.pt
Preço: 5€, ou GRATIS com o Lisboa Tourist Card

 

 

O Padrão dos Descobrimentos foi originalmente construído para a Exposição Mundial de 1940. Comemora as conquistas dos exploradores portugueses durante a Era dos Descobrimentos e homenageia o Infante D. Henrique, personagem fundamental para o sucesso das explorações durante o século XV.

O monumento era para ser apenas uma estrutura temporária e, por esse motivo, acabou por ser demolido alguns anos mais tarde. O que vemos hoje é uma réplica exacta do original, construído em 1960 por ocasião do 500º aniversário da morte do infante D. Henrique.

Localizado na marina de Belém e com 52 metros de altura, o monumento tem a forma de proa de um navio e mostra mais de 30 estátuas de pessoas que desempenharam um papel importante nas descobertas. Liderando o caminho está o Infante D.Henrique, o Navegador, que é mostrado de pé na proa segurando um modelo de uma caravela. Atrás dele aparece o rei Afonso V – que apoiou a exploração e colonização de África – e os exploradores Vasco da Gama (que encontrou uma rota directa para a Índia), Pedro Álvares Cabral (descobridor do Brasil) e Fernão de Magalhães (o primeiro explorador a circunavegar o mundo). Seguidamente aparecem vários navegadores, escritores, missionários, um matemático, um cartógrafo e outras figuras da época dos descobrimentos.

Aos pés do Padrão dos Descobrimentos podemos encontrar uma rosa dos ventos gigante construída em mármore. No centro, um mapa-mundi mostra as datas mais importantes da história dos descobrimentos e navios que marcam os locais onde os portugueses desembarcaram.

Onde: Avenida da India, Belém
Como chegar: Eléctrico 15
Horário: 10:00-18:00 (Outubro a Fevereiro), 10:00-19:00 (Março a Setembro) (Fechado às segundas-feiras durante o mês de Março)
Website: www.padraodosdescobrimentos.pt
Preço: 3€

 

PAstéis de Belém

No início do Século XIX, em Belém, junto ao Mosteiro dos Jerónimos, laborava uma refinação de cana-de-açúcar associada a um pequeno local de comércio variado. Como consequência da revolução Liberal ocorrida em 1820, são em 1834 encerrados todos os conventos de Portugal, expulsando o clero e os trabalhadores. Numa tentativa de sobrevivência, alguém do Mosteiro põe à venda nessa loja uns doces pastéis, rapidamente designados por “Pastéis de Belém”. Na época, a zona de Belém era distante da cidade de Lisboa e o percurso era assegurado por barcos de vapor. No entanto, a imponência do Mosteiro dos Jerónimos e da Torre de Belém, atraíam os visitantes que depressa se habituaram a saborear os deliciosos pastéis originários do Mosteiro. Em 1837, inicia-se o fabrico dos “Pastéis de Belém”, em instalações anexas à refinação, segundo a antiga “receita secreta”, oriunda do convento. Transmitida e exclusivamente conhecida pelos mestres pasteleiros que os fabricam artesanalmente, na “Oficina do Segredo”. Esta receita mantém-se igual até aos dias de hoje. De facto, a única verdadeira fábrica dos “Pastéis de Belém” consegue, através de uma criteriosa escolha de ingredientes, proporcionar hoje o paladar da antiga doçaria portuguesa. *

(* Texto transcrito do site www.pasteisdebelem.pt)

Sem dúvida os pastéis mais conhecidos de Lisboa!

Apesar das longas filas que diariamente se encontram no estabelecimento, não demorará mais de 15minutos para ser atendido. Não se esqueça de polvilhar os pastéis de Belém com canela e açucar em pó, e comer enquanto ainda estão quentes!

Onde: Rua de Belém 84
Como chegar: Eléctrico 15, autocarro 714, 727, 751 ou comboio para Belém a partir do Cais do Sodré
Horário: 08:00–23:00
Website: www.pasteisdebelem.pt
Preço: 6€, 1 Pastel de Belém + 1 Bebida

 

O Castelo de São Jorge é um castelo mourisco, estrategicamente posicionado no topo da mais alta colina de Lisboa, com vista para o bairro de Alfama, o mais antigo da cidade e para o rio Tejo. A cidadela, fortemente fortificada, data do período medieval da história de Portugal e é um dos principais locais a visitar em Lisboa.

O castelo pode ser visto de quase todos os lugares da cidade. Serviu como residência real dos mouros até que o primeiro rei de Portugal Afonso Henriques o conquistou em 1147. Em seguida, foi dedicado a São Jorge, o santo padroeiro da Inglaterra, em comemoração do pacto Anglo-Portugu~es de 1371, e tornou-se o palácio real até à construção de um outro na zona onde hoje se encontra a Praça do Comércio (este palácio foi practicamente destruído pelo terramoto de 1755).

A maior parte do castelo foi destruída ao longo dos anos, especialmente no Grande Terremoto de 1755, mas o que resta do castelo ainda inclui uma longa extensão de muralhas e 18 torres. Os visitantes podem subir às torres, passear ao longo das muralhas e ter algumas das vistas mais deslumbrantes da cidade de Lisboa, ou relaxar nos jardins. Uma das torres internas do castelo, a Torre de Ulisses, contém a Câmara Escura, um periscópio que projecta imagens de pontos turísticos de toda a cidade.

Onde: Alfama
Como chegar: Caminhar até de Alfama, autocarro 37 ou Elétricos 12 e 28
Horário: 9h00-18h00 (Novembro a Fevereiro), 9h00-21h00 (Março a Outubro)
Website: www.castelodesaojorge.pt/
Preço: 7,50€, ou 6€ com o Lisboa Tourist Card

 

Você encontrará vagas de rua, em um modelo muito parecido com o de Miami Beach. O tempo máximo de estacionamento nessas vagas são 4 horas.
sempre em moedas e nao há troco. Colocar o recibo no visor do carro
Os preços são os seguintes:

15 minutos: €0,25.
30 minutos: €0,40.
1 hora: €0,80.
1 hora e meia: €1,30.
2 horas: €1,80.
2 horas e meia: €2,55.
3 horas: €3,40.
3 horas e meia: €4,15.
4 horas: €5,15 (tarifa máxima).

 

Entre os portugueses, uma das maiores praças de Europa continua sendo chamada de Terreiro do Paço, tal qual quando o Rei D. Manuel I no século 16 resolveu transferir a residência lá de cima do Castelo de São Jorge para às margens do Tejo.

Naquele momento, a praça se parecia mais a uma das definições de terreiro: “espaço de terra amplo, plano e despejado”  [:)]  como se vê nesta pintura (já do século 17 – 1662) de Dirk Stoop, onde ao fundo aparece o Paço da Ribeira (a residência real).

Mas desgraça pouca é bobagem e veio o terremoto de 1755 seguido de incêndios horrorosos e um tsunami o/ que arrasaram com todo o terreiro e seus edifícios, e neste desastre morreram 15.000 dos 250.000 habitantes da cidade, fora os que ficaram feridos e perderam tudo que tinham. O palácio foi totalmente destruído, pensem numa biblioteca de 70.000 livros, cartas cartográficas de valor inestimável e obras de arte de artistas como Rubens ou Ticiano.

A reconstrução foi comandada por um ministro, Sebastião José de Carvalho e Melo, ou simplesmenteMarquês de Pombal, para quem a construção de uma verdadeira praça era prioridade, e daí nasceu aPraça do Comércio.

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